Arquivo da tag: Tailândia

Leituras

4ª semana de Abril e 1ª semana de Maio

[China]

Desaceleração da economia chinesa e sua importância para o mundo – BBC

Churrascaria brasileira em Xangai – Folha de São Paulo

Importação de carne – El País

China AIIB (Asian Infrastructure Investment Bank) e EUA TPP (Trans-Pacific Partnership) – Econbrowser

Diminuição na força de trabalho rural – Dim Sums

Curiosa história de Zhang Long e o investimento na área de tecnologia da informação – Reuters

O homem mais rico da China – New Yorker

Uber e autoridades chinesas – Reuters

Chairman Mao’s China propaganda – The Telegraph

Eleições de 2016 em Taiwan – The national interest

Disputas marítimas – The Economist

A ‘nova rota da seda’ e o Brasil – Folha de São Paulo

Entrevista do ex-embaixador brasileiro na China Clodoaldo Hugueney – Folha de São Paulo

Por que o Brasil não conseguiu diversificar as exportações para a China, ainda muito concentradas em commodities?

Isso não é algo trivial, você tem que transformar a China em prioridade do ponto de vista empresarial, como fizeram Alemanha, EUA, França, Coreia. No Brasil a China só é prioridade do ponto de vista defensivo, não ofensivo.

Eu passei quase cinco anos lá e recebi pouquíssimas missões da área industrial e de serviços. As pessoas consideravam a China muito complicada, porque lá só falam chinês, tem governo autoritário. Diziam que os chineses eram tão competitivos que não teriam como enfrentá-los

República dos cruzeiros – Bloomberg

Dificuldades da Xiaomi no Brasil – Folha de São Paulo

Robôs na manufatura – New York Times

Citações da coluna do Elio Gaspari em 26/04:

A crise da Petrobras abriu uma temporada de oportunidades no mercado mundial de energia, com empresas e concessões à venda. Para os americanos e europeus, a Lava Jato mostrou que esse é um campo minado por propinas e ligações perigosas. Para a China, esses riscos são desprezíveis.

Quem já negociou com o governo e empresas chinesas ensina: “Eles sentam para conversar sabendo o que querem. Nós sentamos sem saber sequer o que queremos”.

[Japão]

Relação entre governo e mídia – New York Times

Bandeira vermelha – The economist

Diferenças de gênero na língua japonesa – Tofugu

Martin Scorcese filma ‘Silêncio’ (livro de Shusaku Endo) – Estado de São Paulo

Cooperação militar Japão-EUA – New York Times

Shinzo Abe em Washington – Washington Post

Coluna do Samuel Pêssoa em 26/04 ele responde a seguinte pergunta:

“Qual é o problema de um país como o Brasil, pobre ainda, tendo de se construir como nação, fazer um deficit público de 6,7% do PIB? Por que o Japão pode ter 9% de deficit nominal e ninguém acha que o Japão está quebrado, acabado, destruído, descontrolado, sem condição?”

Otakismo – Clássicos: Túmulo dos vaga-lumes (Studio Ghibli) – Chuva de Nanquim

Guia de mangás cancelados no Brasil – Biblioteca brasileira de Mangás

Estúdios de animação japonesa – IA 

[Coreia]

Visita de Park Geun Hye – Exame

Instalação de uma nova indústria no Brasil

A empresa sul-coreana Shin Hwa Silup, que fabrica folhas de flandres (utilizadas no revestimento de latas e embalagens, principalmente da indústria alimentícia), fechou sociedade com um brasileiro para produzir no Rio Grande do Sul.

Batizada de Nenzo Industrial, a companhia vai instalar uma fábrica no Estado que demandará cerca de US$ 70 milhões (R$ 205 milhões) em investimentos.

A cidade que receberá o empreendimento ainda não foi definida, mas é provável que seja escolhida alguma próxima do litoral.

“O produto é pesado e o transporte rodoviário, caro. Por isso, precisamos estar próximos de um porto para a entrada e a saída de mercadoria”, diz Darci Giovanella, sócio brasileiro da empresa.

A unidade será semelhante às outras três que a Shin Hwa Silup opera hoje (duas na China e uma na Coreia) e terá capacidade para produzir 120 mil toneladas por ano.

[Tailândia]

“Mekong Plus One” – Nikkei asian review

[Filipinas]

Aumento no consumo da classe média – Nikkei asian review

Babás e empregadas domésticas – Folha de São Paulo na continuação da reportagem um dado interessante:

O governo filipino alerta para os casos de exploração no exterior, principalmente no Oriente Médio, que paga salários abaixo de US$ 200.

Em 2012, uma doméstica filipina na Jordânia pulou do terceiro andar para escapar de seu empregador, que batia nela com arame farpado e não lhe dava folgas.

Mas o país não pode abrir mão dessa exportação, uma vez que as remessas dos emigrantes chegaram a US$ 21 bilhões em 2012 (quase 10% do PIB do país). Em comparação, brasileiros no exterior enviaram remessas de US$ 1,9 bilhão em 2014 (0,08% do PIB)

Leituras

3ª semana de fevereiro – 新年快乐!

[China]

Viagem para comemorar o ano novo

São algumas das cenas diárias do maior êxodo anual do mundo: a volta dos trabalhadores chineses a seus lares para comemorar a chegada do Ano Novo lunar no dia 19. Durante essas festividades haverá um total de 2,8 bilhões de deslocamentos, 3,4% a mais do que no ano passado, segundo o Ministério dos Transportes

Desaceleração econômica

No fim de janeiro, Xangai foi a primeira megacidade chinesa a anunciar que não terá meta de crescimento do PIB para 2015, fortalecendo a tendência. Segundo o prefeito da cidade, Yang Xiong, a meta passa a ser “o aumento da qualidade e da eficiência”.

Criação de extensas redes de transporte

Todos formam parte do ambicioso conceito que Pequim transformou em uma das grandes prioridades de sua política exterior: a criação de extensas redes de transporte, conexões e infraestrutura que partam da China e, por via terrestre e marítima, cheguem à Europa. O Governo chinês batizou a iniciativa de Novas Rotas da Seda e pretende completá-la até 2025. O projeto prevê investimentos de 40 bilhões de dólares (113 bilhões de reais). E também inclui acordos de construção e empréstimos na Ásia Central em torno de 54 bilhões de dólares (153 bilhões de reais).

Meganavios da Vale do Rio Doce

Dificuldades de negócios brasileiros

Empresas brasileiras em ação na segunda maior economia do mundo não chegam a 80, apesar de parceria

Vencer as barreiras de idioma e cultura, entender o ambiente de negócios, navegar pelo intrincado sistema regulatório, tudo isso exige tempo e uma sucessão diária de batalhas para sobreviver num mercado ultracompetitivo

[Japão]

Matéria interessante do Japan Times sobre chineses vivendo no Japão

When she first arrived, Zhou didn’t speak a word of Japanese. She didn’t think this would be a problem because her courses were to be taught in English, a language in which she was fluent. She soon learned, however, that all of her courses were taught in Japanese — despite the school branding itself as an “international university.” Putting in a lot of hard work, Zhou became fluent within six months and pursued a master’s degree in sociology and a doctorate in economics at the University of Osaka

Sobrevivência de pequenas cidades

Diante do perigo de, literalmente, sumir do mapa por causa da queda da população japonesa, dezenas de municípios passaram a investir em produtos locais na tentativa de revitalizar a economia.

Segundo um relatório divulgado em 2014 por uma subcomissão do Conselho de Política do Japão, quase metade dos municípios de todo o país poderão ter dificuldades para continuar operando normalmente até 2040 por causa da falta de nascimentos de crianças e do rápido envelhecimento da população

Baixo crescimento

A economia do Japão saiu da recessão no último trimestre de 2014, mas o crescimento ficou mais fraco do que o esperado, com os gastos das famílias e das empresas desapontando, o que ressalta os desafios que o primeiro-ministro Shinzo Abe enfrenta para reverter décadas de estagnação.

Estratégias militares

According to the Institute of International Strategic Studies, China’s share of regional military expenditure rose from 28 percent in 2010 to 38 percent in 2014 totaling $129.4 billion.  In contrast, in Japan, despite fears of resurgent militarism under Shinzo Abe, regional share of expenditure fell from 20 percent in 2010 to less than 14 percent in 2014, leaving Tokyo’s defense budget at $47.7 billion

[Tailândia]

Proibição da barriga de aluguel

No ano passado, teve grande repercussão o caso de um menino com síndrome de Down, que teria sido abandonado na Tailândia por seus pais biológicos australianos.

Pattaramon Chanbua, de 21 anos, que deu à luz o menino – conhecido como bebê Gammy – diz que o casal só quis levar para casa sua irmã gêmea, que não tinha Down.

O bebê ficou aos cuidados de Chanbua, mas recebeu cidadania australiana, para ter acesso a cuidados médicos no país – ele também sofre de uma malformação cardíaca congênita.

O segundo caso que causou polêmica foi o de um japonês que teria pago para ter mais de dez bebês na Tailândia – no que ficou conhecido como o “caso da fábrica de bebês”.

Nos últimos anos, o crescimento da indústria da barriga de aluguel tailandesa fez o país ficar conhecido como o “útero da Ásia”

 

Leituras

4ª semana de novembro e 1ª semana de dezembro

[China]

1)Arquitetura

2)Relações entre Taiwan e China continental

3)Baidu

4)O medo da China

5)Lago Tai

6)Planos energéticos

7)Sri Lanka

8)Nova rota da seda

9)Negócio da China

10)Triângulo Dourado

11)Terras Raras

12)Cibersegurança

13)Xinjiang

[Japão]

1)Paul Krugman

2)Automóveis

3)Entrevista de Shigeru Miyamoto

4)Hayabusa II

5)Mitos da indústria cinematográfica

[Coreia]

Na pior em Pyongyang

[Myanmar]

Exploração de jade

[Tailândia]

Robô que avalia comida

Leituras

[China]

Conflitos marítimos

If China can impose its will in the South China Sea, at least five rival claimants—all much smaller, weaker Asian states—will be limited to a narrow band of the sea along their coastlines. China would gain greater security for its crucial supply lines of oil and other commodities; exclusive access to rich fishing areas and potentially vast undersea oil deposits; a much larger buffer against what it regards as U.S. naval intrusions; and, not least, the prestige and standing it has long sought, becoming in effect the Pacific’s hegemon, and positioning itself to press its decades-old demand that Taiwan come under its control. Arguably, it would achieve the greatest territorial expansion by any power since imperial Japan’s annexation of large swaths of Asia in the first half of the 20th century.

Visita a um hospital militar

Indústria de semicondutores

Baidu no Brasil

Desafios da agricultura

From a bedrock of traditional culture, and an engine of the post-Mao economic boom in the 1980s, agriculture has become a burden for China.

Farm output remains high. But rural living standards have stagnated compared with the cities, and few in the countryside see their future there. The most recent figures show a threefold gap between urban and rural incomes, fueling discontent and helping to make China one of the most unequal societies in the world.

Perched on the 2,700-mile border with Russia, the Chinese city of Manzhouli has acquired the flavour of its northern neighbour. Gilded domes gleam and buildings are adorned with white icing flourishes. Shoppers pay for fur coats in roubles and dine on borscht and salmon.

Xi Jinping e a filosofia

Entrevista com Ruby Yang

Although Ms. Yang might be best known for her Oscar-winning work, “The Blood of Yingzhou District,” released in 2006, she had already earned a reputation before that as an astute chronicler of young people caught in the middle of societies in flux.

[Japão]

Lições do Abenomics

Shinzo Abe e a China

Crônicas de Hirohito

Cafe Tailandês

At a contract coffee bean roasting plant in a suburb north of Bangkok, Masato Egami, managing director of Thai Ishimitsu, was sampling different cups of coffee lined up on a table, one after another. He then exchanged opinions with young technical experts dispatched from Japan and with a Thai official who runs the plant.

Acordos Japão-China

Carne de baleia

Turistas chineses

Yasujiro Omura, manager of the two duty-free shops, said red backpacks are popular among Chinese shoppers, regardless of gender, since the color is considered auspicious in China.

“Some customers ask us to make sure whether the products are made in Japan,” he said. “They seem to like them because they associate Japanese products with high quality.”

Solidão no mangás

More and more manga are coming out with titles that refer to being alone or having no friends, but that’s not necessarily a bad thing. The solitary protagonists are unexpectedly tough and content in these types of manga, which may be described as “botchi-kei” (alone type) works.

“Botchi” is an abbreviation of “hitoribotchi” (all alone). Most botchi-kei manga are set in schools, an indication that the authors are targeting young readers, mainly middle and high school students.

In 2009, when I visited Brazil and Thailand, young people there frequently told me about the group. They all said the group was marvelous, and at the time I thought people overseas were less informed about Japanese music than Japanese anime. But I was wrong again. They were more aware of the essence of Japanese music than I was.

[Coreia]

Divisão política

Mais de cinco meses após o trágico naufrágio que uniu a Coreia do Sul no sofrimento, o acidente polariza o país e ameaça desencarrilhar a agenda política da presidente Park Geun-hye.

Ensino de inglês

[Tailândia]

Mudanças na educação

Leituras

Desertores norte-coreanos

Os desertores só podem fugir para a China e confiar em não serem descobertos pelas autoridades. Se o destino final é a Coreia do Sul, é imprescindível dar uma volta enorme pela Tailândia ou Mongólia, países que facilitam a passagem. No aeroporto de Seul começa o segundo capítulo de uma odisseia que equivale a uma viagem no tempo: passar de um Estado totalitário ancorado nos anos 1950 com uma renda per capita de 800 dólares (R$ 1.966) a uma potência mundial da eletrônica e da inovação, onde a renda per capita supera os 26.000 dólares (R$ 63.000).

Curioso mangá sobre a imigração japonesa nos Estados Unidos

Tokiwa-sô e a história do mangá, curioso saber que o nome de Honey Honey em espanhol é “Las aventuras de Silvia”

A finales de los años cuarenta, Japón vivió una auténtica revolución del cómic. La publicación de La Nueva Isla del Tesoro de Osamu Tezuka en 1947 se considera el punto de inflexión más importante en la historia del manga moderno. Todo empezó a cambiar a partir de ese momento. Había nacido una nueva forma de hacer cómics, había nacido una nueva narrativa, una nueva estética, y se empezaron a construir los cimientos de una futura gigantesca industria del manga (y el anime de paso).

Procurando por livros sobre a China achei esta resenha sobre a vida de Zhou Enlai 

Hong Kong e China artigo do The Guardian

Cidade de Songdo na Coreia do Sul

Futuro político da Tailândia