Arquivo da tag: Malásia

Leituras

Cultura Norte-Coreana

Kim Il-sung called the cinema “in many respects… superior to other forms of literature and art.” Kim noted the site-based advantages of film: “Plays or a chorus of 3000 people, for instance can be performed only on theatre stages…. Films, however can be screened anywhere, both in towns and villages, and can be shown simultaneously throughout the country.”

This mobility and flexibility of form of course supports the co-option by Party and ideological interests of the more liminal and diffuse artistic or leisure forms of the cinematic. In part perhaps this explains Kim Jong-il’s later near obsession with film production and the occasional harnessing of wider national strategies towards the generation of greater, more artistic, more impactful, cinematic production.

Conflito entre China e Coreia do Norte no Mar amarelo

Papa Francisco e a China

Em sua residência de Santa Marta, diante de três leigos argentinos, confessou: “Se dependesse de mim, estaria na China amanhã mesmo”. O secretário de Estado do Vaticano, o cardeal Pietro Parolin, e o encarregado das Relações com os Estados, o bispo Dominique Mamberti, também estavam presentes. Nessa tarde, ficou decidido que o chefe da Igreja Católica convidaria Xi Jinping, o presidente da China, para ir a Roma. E que também comunicaria ao líder chinês sua vontade de viajar para este país.

Fraturamento hidráulico (Fracking) e o mercado de energia na China

But China’s push to wean itself from coal has also triggered a rush to develop alternative power sources. The natural gas that lies deep within its shale formations is now a top contender. By current estimates from the U.S. Energy Information Administration, China’s shale-gas resources are the largest in the world, 1.7 times those in the United States. So far, fewer than 200 wells have been drilled, but another 800 are expectedby next year. By then, China aims to pump 230 billion cubic feet of natural gas annually from underground shale—enough to power every home in Chicago for two years.

Curiosidades sobre o saquê

Artigo sobre Lafcadio Hearn no Japan Times

In the short period of 14 years that he had lived in Japan, he felt that he had become privy to the most deeply cherished secrets of the Japanese mindset. His obituary appeared in a host of American newspapers. On Nov. 26, 1904, two months to the day after his death, The Oregon Journal wrote of him as the “Poet of Japan — he had become Japanese Thru and Tru, tried to hide himself from foreigners and to bind himself closer and closer to his chosen country.”

Author and poet Yone Noguchi (father of sculptor Isamu Noguchi) called Hearn “a delicate, easily broken Japanese vase.”

Coluna Zaregoto sobre Samurai Champloo

Kurosawa revitalizou o chanbara e criou convenções que seriam copiadas à exaustão no futuro. E, apesar da dimensão de seu legado, ele é notadamente um dos realizadores que menos influenciaram Watanabe em sua incursão pelo mundo dos samurais. Isso porque Champloo é uma história trivial, que narra a jornada de um grupo de pessoas sem eira nem beira, que pouco poderia ter em comum com verdadeiros épicos como Kagemushae Ran ambos da última fase da carreira de Kurosawa, nos quais os protagonistas são diretamente responsáveis pelo destino da nação.

o criador comenta numa passagem da entrevista concedida para a realização do Roman Album: “O anime lida com samurais, então, no começo, me preocupava que ele fosse visto como um trabalho nacionalista. Foi por isso que fiz de um dos protagonistas alguém vindo das ilhas Ryukyu, coloquei coisas como personagens treinando na China e fiz com que estrangeiros aparecessem na história. Assim, se você assistir o anime, fica claro que não tem nada a ver com isso [nacionalismo]. Não é uma animação feita para ‘proteger as tradições e a cultura única do Japão’.”

Piratas do sudeste asiático

Southeast Asia was the location of 41% of the world’s pirate attacks between 1995 and 2013. The West Indian Ocean, which includes Somalia, accounted for just 28%, and the West African coast only 18%. During those years, 136 seafarers were killed in Southeast Asian waters as a result of piracy — that’s twice the number in the Horn of Africa, where Somalia lies, and more than those deaths and the fatalities suffered in West Africa combined.

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