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História de Manga(漫画)

Interessante esse perfil do The New York Times sobre o pitcher do New York Yankees, Masahiro Tanaka

Tanaka comes from Itami, near Osaka, in western Japan. But he chose to play baseball at a high school in the nation’s far north, 900 miles away. The field froze during the winter months, and suffering the numbing cold was among the ordeals meant to build an athlete’s stalwart character. The boys stamped on the persisting snow, attempting to level the slippery surface for a truer roll of ground balls.
 
Sobre o Koshien
 
Every young ballplayer shared a dream, to compete in the national high school tournament, known to most as the Koshien, an event in Japan as compelling as March Madness, as consequential as the World Series. Each August, 49 regional champions vie in the single-elimination tourney. Each game is nationally televised. The best players are plucked from obscurity and elevated to celebrity, as famous as any movie star.
 
Descrição do principal rival nos tempos de colegial, Yuki Saito
 
With the temperature on the field sometimes climbing above 100 degrees, Saito had the habit of pulling a folded blue hankie from his pocket to pat the sweat off his face. He was affectionately nicknamed the Handkerchief Prince.

 

 

 

Tsundoku(積ん読)

A língua japonesa é célebre por expressões e palavras que expressam uma situação muito específica como tsundere(ツンデレ) ou hikikomori(引き籠もり). Tsundoku(積ん読) refere-se ao fato de se empilhar os livros que compramos e não lemos, basicamente uma palavra nova para um hábito antigo. Uma definição do site open culture:

 
The word dates back to the very beginning of modern Japan, the Meiji era (1868-1912) and has its origins in a pun. Tsundoku, which literally means reading pile, is written in Japanese as 積ん読. Tsunde oku means to let something pile up and is written 積んでおく. Some wag around the turn of the century swapped out that oku (おく) in tsunde oku for doku (読) – meaning to read. 
 
Nassim Nicholas Taleb, por vezes acho ele com ideias muito interessantes e em outros momentos com ideias que dão sonolência, tem uma passagem de A Lógica do Cisne Negro que talvez alivie a dor de pessoas com muitas leituras pendentes:
 
“O escritor Umberto Eco pertence àquela classe restrita de acadêmicos que são enciclopédicos, perceptivos e nada entediantes. Ele é dono de uma vasta biblioteca pessoal(que contém cerca de 30 mil livros) e divide os visitantes em duas categorias: os que reagem com – “Uau! Signore professore Eco, que biblioteca o senhor tem! Quantos desses livros o senhor já leu?”, e outros – uma minoria que entendem que uma biblioteca particular não é um apêndice para elevar o próprio ego, e sim uma ferramenta de pesquisa.Livros lidos são muito menos valiosos que os não-lidos”
 
“Você acumulará mais conhecimento e mais livros a medida que for envelhecendo, e o número crescente de livros não-lidos nas prateleiras olhará para você ameaçadoramente. Na verdade, quanto mais você souber, maiores serão as pilhas de livros não-lidos”
 
Pelo menos isso serve de desculpa para o tanto de livros parados na minha mesa.