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Taiwan e orquídeas

O economista Tim Harford em seu livro Adapt: Why Success Always Starts with Failure relata sobre como Taiwan identificou orquídeas como uma possível cultura para terras previamente dedicadas ao açúcar:

“Eles construíram uma infraestrutura – área de embalagem, redes elétricas, estradas, um salão de exposições e até um laboratório genético – e convidaram firmas privadas a aparecer e ter acesso a ela. Taiwan é hoje o maior exportador de orquídeas”

 

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Importação de aço

Matéria do Estadão sobre a crise no setor siderúrgico:

O Brasil deve produzir este ano 32,75 milhões de toneladas de aço bruto, queda de 3,4% em relação a 2014. O consumo aparente deve recuar 13%, de 24,6 milhões de toneladas para 22,3 milhões de toneladas. “A queda no consumo interno não será compensada pelas exportações, uma vez que há um excedente global de 700 milhões de toneladas”, diz Lopes, do IABr.

A competitividade das indústrias do País, segundo Lopes, ainda é afetada pela China. Em 2014, a China respondeu por 52% dos 3,9 milhões de toneladas de aço importadas pelo Brasil. Entre 2009 e 2014, o Brasil dobrou o volume importado, espaço que foi ocupado pela China, que exporta 40% de sua produção. Em 2000, o produto chinês respondia por 1,3% das importações. “Se somar a importação indireta de aço (máquinas, equipamentos, peças automotivas e carros), o volume importado chega a 8,7 milhões de toneladas, superior à capacidade produtiva da Usiminas inteira.”

Oriente e Ocidente

Observação interessante da coluna de Marcos Jank:

No esplêndido livro “Civilização: Ocidente x Oriente”, o historiador inglês Niall Ferguson descreve as seis instituições propulsoras do poder que o Oriente aprendeu com o Ocidente e que explicam a sua rápida reemergência: o método científico, os direitos de propriedade, a medicina moderna, a sociedade de consumo, a ética protestante do trabalho e a competição capitalista, mesmo dentro de países teoricamente comunistas.

Leituras

4ª semana de janeiro 2015

[China]

O novo normal

Best seller

Lots of people inside and outside China have heard Premier Li Keqiang promote mass entrepreneurship and innovation in speeches. Far fewer know where he got the idea. It comes at least in part from the Upper West Side of Manhattan—specifically from the mind of Edmund Phelps, a Nobel prize-winning economist and Columbia University professor who wrote a 2013 book called Mass Flourishing: How Grassroots Innovation Created Jobs, Challenge, and Change. The book has sold 100,000 copies in China, about 10 times as many as in the U.S., Phelps says

Aliplay

Pseudônimos

Pseudonyms were especially popular among Chinese pre-revolutionary and revolutionary writers of the 20th century, such as Lu Xun.

“For Lu Xun, it was about individual creative freedom,” said Liang Hong, a professor of Chinese literature at the China Youth University of Political Sciences in Beijing. “It also had to do with the political climate at the time. He wrote under different pen names, in part to evade censors.”

[Japão]

Womenomics

Problemas da Harvard Business School

Hitoshi Saito

Gender-Bender nos mangas

Popularidade das vending machines

[Coreia]

Novelas sul-coreanas na Coreia do Norte

 

Juros

Passagem do livro o Valor do Amanhã de Eduardo Giannetti:

A relativa insegurança dos direitos de propriedade e uma elevada incerteza jurídica e contratual fazem das trocas intertemporais um jogo caro e arriscado. O relato de um estudioso que visitou a República da Coreia no início do século XX é emblemático :

A taxa de juros é em todos os lugares proporcional à segurança do investimento. É por essa razão que verificamos que um empréstimo na Coreia comumente rende a quem o faz 2% a 5% ao mês. Uma boa garantia colateral é em geral exigida, e pode-se indagar por que é tão precário emprestar. A resposta não honra a justiça coreana […] Numa nação onde o costume do suborno é quase uma segunda natureza e os direitos privados são de pouca serventia, a não ser quando sustentados por algum tipo de influência, a melhor garantia aparente pode se revelar um arrimo quebrado no momento em que o credor tiver que se amparar nele.

A referência do texto é de Irving Fisher – Theory of interest (p.382) que por sua vez cita o livro de H.B Hurlbert – The passing of Korea [1906]

Leituras

4ª semana de novembro e 1ª semana de dezembro

[China]

1)Arquitetura

2)Relações entre Taiwan e China continental

3)Baidu

4)O medo da China

5)Lago Tai

6)Planos energéticos

7)Sri Lanka

8)Nova rota da seda

9)Negócio da China

10)Triângulo Dourado

11)Terras Raras

12)Cibersegurança

13)Xinjiang

[Japão]

1)Paul Krugman

2)Automóveis

3)Entrevista de Shigeru Miyamoto

4)Hayabusa II

5)Mitos da indústria cinematográfica

[Coreia]

Na pior em Pyongyang

[Myanmar]

Exploração de jade

[Tailândia]

Robô que avalia comida

Leituras

3ª semana de Novembro

[China]

World Internet Conference

“China can now look at the U.S. as an equal when it comes to the size, power and influence of its Internet market,” said Cyrus Mewawalla managing director of London-based CM Research Ltd. “This creates a tension in respect of who sets the world order in the digital universe. China clearly wants more power when it comes to determining world standards governing the Internet, but China sees the Internet very differently from the U.S.”

China e Rússia

Corrupção

Officials say Xu, who retired as vice chairman last year and from the ruling Communist Party’s decision-making Politburo in 2012, will likely face a court martial now that an investigation has been finished.

In March, prosecutors searched Xu’s luxury home in Beijing and discovered stashed in the basement “more than a ton” of U.S. dollars, euros and Chinese yuan, reported Phoenix Weekly, a magazine run by Hong Kong broadcaster Phoenix Television.

[Japão]

Recessão

Eleições japonesas

Diagnosticar para curar

O Japão aplicou política monetária inspirada na experiência americana conjugada com aumento dos gastos públicos. Os resultados, porém, não foram satisfatórios. Depois de repique no crescimento, o país mostra sinais recessivos. E, com gasto público no limite, Tóquio já planeja aumento de impostos para reequilibrar as contas, o que complica mais a equação.

No Japão, os estímulos enfrentaram economia estagnada por muito tempo, com mercado de trabalho rígido e sistema financeiro concentrado. Nesse quadro, tiveram efeito muito mais limitado que nos EUA. Isso nos ensina que na economia, como na medicina, o remédio tem que ser adequado à doença.

 

Palavras de 2014

Lamen

Though Japan is known for being a nation of meticulously crafted sushi and a sky-high number of Michelin-starred restaurants (Yokohama included), “B-grade gourmet” — code for food that’s fast, cheap and good — is currently all the rage here, with a ton of passionate blogs devoted to the subject. There are even B-grade gourmet food festivals that celebrate different takes on tasty, down-home cooking. Yokohama, the second-largest city in Japan and its historic center of foreign trade, has a cross-cultural history that makes it a particularly rich entry point to sample the range of what B-grade gourmet can be. Recently, I spent a few days combing the city’s waterfront and neighborhood shopping streets, tailing locals on a mission to track down cheap, comforting meals for every hour of the day.

Leituras

2ª semana de novembro

[China]

APEC – A reportagem do El País mostra como Japão e China tentam melhorar as relações bilaterais no Fórum de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (APEC).

Deflação – Curioso o caso relatado pela The Economist.

Mudança climática

Problemas na diplomacia americana

Malária – Controverso experimento médico na África e a presença chinesa na região

Reeducação

Guo Guanchang

Comédia – A Bloomberg explica as influências dos comediantes chineses e questões como a censura.

Brasil, chinês de menos – Marcos Troyjo faz um contraponto da entrevista de Jim O’Neill sobre a semelhança entre Brasil e China no âmbito econômico.

Crescer é competir – Henrique Meirelles comenta as relações econômicas entre China e EUA, e como que o Brasil pode mudar a sua economia.

Mas a hora do ajuste chegou. Os EUA sofreram crise de crédito, com redução do endividamento e aumento da poupança doméstica. Isso forçou adaptação chinesa. Pequim ganhou tempo com políticas agressivas de investimentos em infraestrutura e, esgotado o ciclo, entra gradualmente em terceira fase, de aumento do consumo doméstico e salários, o que geras custos. Mas a China tem hoje maturidade econômica para investir pesadamente em alta tecnologia, produtividade e educação, entrando até em mercados cativos dos americanos.

Culinária de Yunnan

[Japão]

Tentativa de criar inflação – Fernando Dantas explica a deflação e estagnação da economia japonesa e como que o país tenta resolver este problema.

Pobreza – Reportagem da BBC sobre o aumento no número de pobres

Para Aya Abe, diretora do departamento de pesquisas empíricas do Instituto Nacional de Pesquisa da População e da Seguridade Social, a taxa de pobreza provavelmente subirá ainda por algum tempo. “A pobreza não é apenas um problema econômico, mas também estrutural. Digo isso porque a taxa aumenta continuamente desde a década de 1980, mesmo durante os anos de prosperidade econômica”, disse a pesquisadora à BBC Brasil. O índice do Japão tem aumentado constantemente e hoje está bem acima da média da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em ranking publicado em meados dos anos 2000, o Japão já estava, com 15%, em quarto lugar na lista dos países-membros com maiores taxas de pobreza, ficando atrás de México (18,5%), Turquia (17,5%) e Estados Unidos (17%). A taxa mais baixa foi registrada na Dinamarca (5%).

[Coreia]

Cultura do videogame – Matéria traduzida do New York Times  sobre a influência dos jogos competitivos na cultura local.

Sakhalin – História da migração coreana para a região.

Leituras

[China]

O novo mercado de capitais

Alcap (área de livre comércio Ásia-pacífico)

Espionagem

Política do filho único

Trem-bala

Nova rota da seda

Relações com Afeganistão

Taiwan e Hong Kong

Carros chineses na América do Sul

Cristianismo Ortodoxo

Christianity in China is experiencing spectacular, but turbulent, growth; by one estimate, the number of Chinese Christians could by 2030 have reached 250m—the largest Christian population of any country in the world.

Unless something extra-ordinary happens, only a tiny fraction (less than 0.1%) of those Christians will be followers the eastern Orthodox church, which you might have expected, on geographical grounds, to be the faith’s prevailing form. Why is it so relatively weak? In part, perhaps, because Chinese Orthodoxy’s position has been affected by some arcane jurisdictional disputes, which to outsiders can seem like bald men fighting over a comb. On the other hand, China’s Orthodox Christians have a distinguished heritage and they may not have said their last word.

[Japão]

Fumiko Takano mangás

Entrevista com Takehiko Inoue

Editorial Asahi Shinbun – China e a pesca de corais em Ogasawara

Eleições em Okinawa

[Coreia]

Diferenças linguísticas