Arquivo da tag: Coréia do Sul

Leituras

1ª, 2ª e 3ª semana de Abril

[China]

O século do Pacífico – Folha de São Paulo

Petrobrás e outro empréstimo chinês – Geraldo Samor

Perfil de Xi Jinping por Evan Osnos – The New Yorker : Recomendo o também o livro “A era da ambição” do mesmo autor da reportagem

Kevin Rudd comenta as relações bilaterais entre EUA e China – Belfer Center

Projetos de dessalinização – Bloomberg

Influência de Lee Kuan Yew na política chinesa – Huffington post

Livro sobre o povo Uighur – New York Review of books

Como funciona o “Great Cannon” – New York Times

Mais um episódio sobre disputas territoriais no Mar da China Meridional – New York Times

Dificuldades de crescimento – Folha de São Paulo

Mas o país agora tem dificuldade em sustentar seu patamar de crescimento em função da grande concentração de poder no governo central e no Partido Comunista e da pouca transparência.

Essa concentração funcionou no início do processo de crescimento, mas, quanto mais desenvolvida uma economia, mais ineficiente é a intervenção do Estado. Na China, a economia se ressente de mecanismos de mercado que gerem eficiência e equilíbrio na alocação de recursos e preços

[Japão]

Republicação de Akira e a história do mangá no Brasil – Universo HQ

Celulares antigos – Mainichi Shinbun

Matcha no mercado norte-americano – The Japan times

Sobre o Estúdio Ghibli e outros cineastas da animação japonesa – Asahi Shinbun

Encouraçado Yamato e Hisashi Shinto – Ásia comentada

Audiências públicas no Japão – Blog dinheiro público

Cartas de Junichiro Tanizaki – The Japan news

Turismo e os quatro novos tesouros – The Economist

[Coreia]

Navio norte-coreano no México – NK News

Dificuldades da presidente Park Geun Hye – Bloomberg

Sul-coreanos na Indonésia – The Wall Street Journal

Leituras

4ª semana de Março

[China]

Brasil será membro fundador do banco de investimento (AIIB) – Nikkei Asian Review

Burocracia chinesa – Folha de São Paulo

Cidade fantasma – BBC

Segundo líder mais importante da China – The Economist

[Japão]

Conversas sobre segurança marítima com a Indonésia – The American Interest

Muralhas contra tsunamis – BBC

Observações sobre os filmes de Akira Kurosawa – Open Culture

Reflexões sobre a Miss Japão 2015 – Sushi Pop

Alguns pontos sobre a língua coreana por um repórter japonês – Rocket News 24

Redução de turistas japoneses na Coreia do Sul – The Japan News

Mangá sobre a usina nuclear de Fukushima – Mangaland

Tradução de entrevistas com Naoki Urasawa – Leitura Oriental

[Coreia]

Diferenças linguísticas entre Coreia do Sul e do Norte – NK News

[Cingapura]

Resumo da história de Lee Kuan Yew – New York Times para complementar tem esse outro texto da The Economist

Contraponto à política de Lee Kwan Yew – Chris Blattman

Lee Kuan Yew versus Kim Dae-jung – Ask the Korean

Legado de Lee Kuan Yew para a China – Washington Post

Mensagem de Mahathir Mohamed (ex-primeiro ministro da Malásia de 1981-2003) 

Encerro com uma citação curiosa do Lee Kuan Yew em uma entrevista

Gardels | Anything else besides multicultural tolerance that enabled Singapore’s success?

Lee | Air conditioning. Air conditioning was a most important invention for us, perhaps one of the signal inventions of history. It changed the nature of civilization by making development possible in the tropics.

Without air conditioning you can work only in the cool early morning hours or at dusk. The first thing I did upon becoming prime minister was to install air conditioners in buildings where the civil service worked. This was key to public efficiency.

Leituras

[China]

A China pró-mercado

Investimentos em Startups

Construções estranhas

tea

Presença chinesa na Ásia Central

Uighur pop star

Unlike the country’s majority Han Chinese, Uighurs are of Turkic origin and mostly Muslim. As with Tibet, Xinjiang is historically a contested space, held by a series of Turkic, Mongol and Han empires, including the 18th century Qing Dynasty, which gave the region its current name, meaning “New Frontier.” In the 1930s, Uighur leaders in the ancient Silk Road entrepôt of Kashgar declared the first of two short-lived East Turkestan Republics.

Tensão em Hong Kong

“Little Apple”

China e Filipinas

Taiwan e os protestos

Problemas das megacidades

E-Commerce no Brasil

Nenhum site vende tanto na internet brasileira quanto o chinês AliExpress, parte do gigante Alibaba. Segundo o Ibope E-Commerce, a empresa é líder em unidades vendidas no País, com 11 milhões de pedidos entre julho e setembro, bem à frente das 7,2 milhões de unidades do segundo colocado, o grupo B2W, que reúne as marcas Americanas.com e Submarino.

Cerca de dois terços das compras de brasileiros no site se concentram em moda e acessórios. As mulheres, aliás, concentram 60% dos pedidos de brasileiros no site.

Maratona de Beijing

Porta-aviões Liaoning

Entrevista com Teng Biao

Kevin Rudd e estudos sobre a Ásia

Mr. Rudd, 57, a longtime statesman, Asia scholar and fluent Mandarin speaker, will become the first president of the Asia Society Policy Institute in January. His appointment was announced six months after the Asia Societyofficially formed the institute, which it has described as “a new kind of think tank on the rise of Asia.”

Yan Lianke

[Japão]

Queda de ministros

Culinária de Fukuoka

Entrevista do Japan Times com Hideaki Anno

[Coreia]

Fã do Kansas City Royals

Clonagem de cachorros

Comparações Brasil e Coreia do Sul

Por que protagonizamos um desastre e a Coreia do Sul um sucesso? O que nos diferenciou deles? Educação? Instituições? Cultura? Leis? É difícil dizer. Se alguém voltasse à década de 1970 não teria facilidade prever em a trajetória que o futuro guardava para os dois países. Ambos eram governados por regimes autoritários que usavam o poder do estado para induzir a dita industrialização. É verdade que a Coreia do Sul cuidava mais da educação, mas nós tínhamos abundância de recursos naturais e estávamos em uma região pacifica. Alguns vão dizer que as políticas industriais da Coreia do Sul foram melhores que as nossas, é uma resposta incompleta, por que fizemos políticas piores?

[Indonésia]

Novo presidente

[Cingapura]

Desafios

Mas o menor e talvez mais admirado tigre asiático encara desafios para manter a alquimia que permitiu a um território minúsculo e sem recursos naturais estar entre os cinco países com maior renda per capita do mundo.

Entre os problemas estão o elevado custo de vida e o crescimento da desigualdade.

 

Leituras

Pólvora e capitalismo

Muitos acreditam que a explicação da arremetida asiática foi a presença de governos autoritários em algum momento desses últimos sessenta anos. A chave da ascensão, contudo, foi adotar modelo de desenvolvimento de “nações-comerciantes”. Essa estratégia conjugou planejamento de longo prazo e um verdadeiro choque de capitalismo.

Todo esforço de poupança, investimento e política industrial foi voltado à promoção de exportações aos principais mercados compradores do mundo. E tudo com parâmetros de desempenho e prazo de validade.

Smartphones em Shenzen

Tratamento de diabetes na China com ajuda japonesa

Relações China e Camboja

Taiwan e tratados comerciais

Para virar a melhor porta de entrada ao gigante mercado chinês, o governo taiwanês luta contra a oposição para acelerar a aprovação dos Tratados Intra-Estreito

Pesquisas feitas neste ano mostram que mais de 90% da população defende o atual status quo em relação ao continente –nem independente nem anexada–, mas uma parcela teme que os tratados comerciais sejam apenas um primeiro passo para a perda da autonomia política.

Reportagem da revista Time sobre Joshua Wong

Hong Kong e questões de identidade cultural

The spark of the Umbrella Revolution is political: Demonstrators want Beijing to grant Hong Kongers a free and direct election of the chief executive in 2017. But the passions that have driven people into the streets are rooted in the desire to preserve a distinct identity from China — in areas like rule of law, freedom of speech and of the press, financial infrastructure, anticorruption institutions, education, Cantonese language and Western influence.

Restaurantes chineses nos Estados Unidos

There are more than forty thousand Chinese restaurants across the country—nearly three times the number of McDonald’s outlets.

The restaurants, connected by Chinese-run bus companies to New York, Chicago, and San Francisco, make up an underground network—supported by employment agencies, immigrant hostels, and expensive asylum lawyers—that reaches back to villages and cities in China, which are being abandoned for an ideal of American life that is not quite real.

História do corte de cabelo dos delinquentes japoneses

The “regent” pompadour has been the go-to hairstyle for Japanese delinquents for more than eight decades

In Japanese, the riizento (リーゼント) — written in English as “regent” — describes a men’s hairstyle where the sides are slicked back and top is left long and put up over the head in a pompadou

Salaryman e o Prêmio Nobel

Shuji Nakamura, now a professor at the University of California, Santa Barbara, spent 20 years at Nichia Corp., a Japanese company based in Tokushima prefecture that specializes in lighting products. In an interview with The Wall Street Journal published in 2004, he described himself as a typical Japanese salaryman, devoting himself entirely to the company.

Desaparecimento de Kim Jong Un 

Pratos da cozinha coreana

É provável que “vamos comer bibimbap?” ainda careça de explicação, mas cada vez mais gente de fora da comunidade coreana entende o convite para mandar uma cumbuca de pedra quente que chega coberta de bap (o arroz) com carne, vegetais, ovo, molhos, tudo isso misturado.

“Tenho boa clientela de brasileiros. E cada vez mais gente interessada em conhecer nossa comida”, diz Regina Wang, dona do restaurante. “Antes tinha muito preconceito: achavam que só se comia cachorro e pimenta. Mas esse preconceito está se desfazendo.”

Webcomics coreanas

Leituras

Desertores norte-coreanos

Os desertores só podem fugir para a China e confiar em não serem descobertos pelas autoridades. Se o destino final é a Coreia do Sul, é imprescindível dar uma volta enorme pela Tailândia ou Mongólia, países que facilitam a passagem. No aeroporto de Seul começa o segundo capítulo de uma odisseia que equivale a uma viagem no tempo: passar de um Estado totalitário ancorado nos anos 1950 com uma renda per capita de 800 dólares (R$ 1.966) a uma potência mundial da eletrônica e da inovação, onde a renda per capita supera os 26.000 dólares (R$ 63.000).

Curioso mangá sobre a imigração japonesa nos Estados Unidos

Tokiwa-sô e a história do mangá, curioso saber que o nome de Honey Honey em espanhol é “Las aventuras de Silvia”

A finales de los años cuarenta, Japón vivió una auténtica revolución del cómic. La publicación de La Nueva Isla del Tesoro de Osamu Tezuka en 1947 se considera el punto de inflexión más importante en la historia del manga moderno. Todo empezó a cambiar a partir de ese momento. Había nacido una nueva forma de hacer cómics, había nacido una nueva narrativa, una nueva estética, y se empezaron a construir los cimientos de una futura gigantesca industria del manga (y el anime de paso).

Procurando por livros sobre a China achei esta resenha sobre a vida de Zhou Enlai 

Hong Kong e China artigo do The Guardian

Cidade de Songdo na Coreia do Sul

Futuro político da Tailândia

Coreia do Sul e América Latina

Bons pontos abordados pela coluna do Marcos Troyjo

A ênfase na educação, contudo, deu-se junto a outros fatores. Sacrifício familiar em prol da geração seguinte. Política industrial interdependente dos mercados globais. Planejamento. Conglomerados multissetoriais (“Chaebols”, como LG e Hyundai). Todos concorrem para o êxito. E nenhuma tem sido característica de economias latino-americanas.

Globalmente competitivos de automóveis a satélites, os sul-coreanos querem nova transformação –flexibilizar as estruturas rígidas dos Chaebols para infundir no país um empreendedorismo do tipo “start-up”.

Enquanto latino-americanos embaralham-se num cartório exportador de commodities, os sul-coreanos trabalham pela ponta da economia criativa do século 21.

Leituras

Abertura de capitais da Alibaba

Sobre o governo de Hong Kong via Marginal Revolution

Conflitos em Xinjiang

Mercado de vendas de CD’s no Japão

Japan may be one of the world’s perennial early adopters of new technologies, but its continuing attachment to the CD puts it sharply at odds with the rest of the global music industry. While CD sales are falling worldwide, including in Japan, they still account for about 85 percent of sales here, compared with as little as 20 percent in some countries, like Sweden, where online streaming is dominant.

Kitakata lamen

Texto do Otakismo sobre o cinema coreano – passagem sobre o filme Oldboy, uma lição para alguns países

Adaptação do mangá homônimo produzido no Japão por Garon Tsuchiya e Nobuaki Minegishi (publicado no Brasil pela Editora Nova Sampa), é a evidência do sucesso do modelo sul-coreano. Em vez de temer a globalização e fechar o mercado com mil restrições e protecionismos sem prazos para acabar – com medo do ‘imperialismo estrangeiro’ -, eles a abraçaram e transformaram ameaça em oportunidade. O fluxo de produtos importados não só não matou a indústria nacional como a fortaleceu na marra, ao impor seu padrão de qualidade e ao mesmo tempo servir de referência criativa. Ele varreu a letargia do antigo cinema coreano.

“Otaku espião” na Coréia do Norte

Miller identifies himself as Preston Somerset on several social media websites and cites steampunk, a genre of science fiction, and the Japanese vocal synthesized “humanoid” Hatsune Miku as some of his interests. He lists British writer George Orwell and Irish poet Oscar Wilde as two of his favorite writers.

Crescimento econômico da Indonésia

Indonesia is saddled with endemic corruption, poverty and shoddy infrastructure. Yet its consumers are among the world’s most optimistic, hopeful that a new government will lift the fortunes of the fourth-most-populous nation and put the economy on a par with emerging powerhouses like China and Brazil.

Jogos asiáticos 2014

Matéria do New York Times sobre os Jogos asiáticos de 2014

In terms of content, the Asian Games that open Friday in Incheon, South Korea, will be bigger than a Summer Olympics.

The 2012 London Olympics had 302 events in 26 sports. In Incheon, athletes will compete in 439 events in 36 sports and disciplines, and the additional content is part of what makes the Asian Games truly Asian.

The non-Olympic sports on display in South Korea include not only cricket and the popular martial art of karate, but also two sports that have yet to make any appreciable dent in the Western consciousness: kabaddi and sepaktakraw.

Informações sobre as competições

Problemas entre as Coreias do Norte e do Sul

Leituras

Expansão territorial chinesa e a construção de ilhas artificiais, reportagem da BBC

O governo do país começou a construir ilhas artificiais no oceano para poder plantar o seu poder por ali. E, diante do poderio militar naval dos chineses, isso poderia representar inclusive uma ameaça ao domínio militar americano no Pacífico.

A China está começando a se utilizar de seu notável poder naval. A velocidade da mudança é enorme. Pequim constrói navios de guerra e submarinos mais rápido do que qualquer outro país, incluindo os Estados Unidos. O segundo porta-aviões do país está praticamente pronto.

Dislexia na China

Take the character for “special” (特) and the one for “grasp” (持), for example, which are the same apart from a small extra stroke on the left hand side of the former and a tiny upward tick at the bottom of the long vertical stroke of the latter. Those (to a foreign eye) tiny differences give them distinct meanings. They are also pronounced quite differently: the first “te” (falling tone), the other “chi” (rising tone).

Turismo pela cidade de Mao Zedong

A cada ano, sete milhões de pessoas, 20.000 por dia, visitam a fazenda que viu nascer Mao Zedong, o criador da República Popular da China e o museu em torno de sua figura. O número explode em 26 de dezembro, data de nascimento do líder e que Shaoshan comemora com fogos de artifício em uma espécie de natal vermelho.

Espião-sul coreano

Guia básico da comida coreana

Coreanos comem muito e comem com gosto. Adoram os sabores fortes de alho e óleo de gergelim. São os mestres asiáticos no uso da carne de boi, um ponto de encontro feliz com brasileiros e argentinos. A Coreia tem a marca das cozinhas do hemisfério norte: cada estação tem seu sabor próprio.

Explicação da The Economist sobre o sobrenome Kim na Coréia

Korea’s long feudal tradition offers part of the answer. As in many other parts of the world, surnames were a rarity until the late Joseon dynasty (1392-1910).

As family names such as Lee and Kim were among those used by royalty in ancient Korea, they were preferred by provincial elites and, later, commoners when plumping for a last name. This small pool of names originated from China, adopted by the Korean court and its nobility in the 7th century in emulation of noble-sounding Chinese surnames.

Entrevista de emprego na Coreia do Sul

Momoe Yamaguchi e a música japonesa nos anos 70

Conversa entre Inio Asano e Usamaru Furuya

Coreia

Censura a artista na Coreia do Sul

Reportagem do New York Times

Quando 250 estudantes sul-coreanos morreram no naufrágio do navio Sewol, em abril deste ano, o artista Hong Sung-dam criticou a elite política e empresarial que considera ser responsável pelo desastre, expressando seu protesto em arte.

Mas sua tela de 10 m x 2 m, que inclui uma caricatura da presidente Park Geun-hye, foi retirada do mais conhecido festival internacional de arte da Coreia do Sul, numa espécie de censura normalmente reservada aos acusados de dar apoio à Coreia do Norte.

Mais uma visita à Coréia do Norte

O país mais isolado do mundo, dizimado por uma fome brutal na década de noventa, registrou algum crescimento econômico (1,3% ao ano, de acordo com estimativas do Banco da Coreia do Sul) palpável à primeira vista nas ruas principais da capital. Pelas semi-vazias avenidas de seis pistas circulam mais carros do que antes (incluindo alguns Mercedes ou BMW), há táxis reluzentes, restaurantes, veem-se smartphones (de fabricação local, sem conexão com o exterior ou a internet)…