Leituras

4ª semana de fevereiro

[China]

Explicações sobre o fiasco no canal da Nicarágua

Nicaragua has enlisted a little-known Chinese billionaire to dig a 161-mile canal across the country and link the Pacific and Atlantic Oceans. If built, the Nicaragua Canal would be longer, wider, and deeper than the 51-mile Panama Canal to the south.

Empréstimos chineses à América Latina – Mais informações sobre os investimentos nesse mapa

A América Latina recebe mais dinheiro da China que do Banco Mundial e do Banco Interamericano de Desenvolvimento juntos, segundo a Base de dados Financeiros da China e da América Latina. Somente em 2014, o país asiático emprestou à região 22 bilhões de dólares (63 bilhões de reais) – 71% a mais que no ano anterior

Disputas os mares da China Oriental e China Meridional

Artigo do Marcos Troyjo sobre investimentos chineses – Particularmente acho um exagero falar em um novo Plano Marshall

Já o estoque total de investimento no exterior demonstra grande disparidade. Na ponta receptora, a China ultrapassou os EUA em 2014 como principal destino mundial de investimento estrangeiro (China US$ 127 bilhões, EUA US$ 86 bilhões). Na ponta emissora, a desproporção é brutal: os EUA contabilizam US$ 6,5 trilhões e a China menos de 10% disso, com US$ 614 bilhões.

[Japão]

Longas jornadas de trabalho

Japan’s unforgiving work culture may have helped turn it into an economic superpower, its corporate foot soldiers revered in the rest of the world for their commitment to the company, but this has often been to the exclusion of everything else.

Japan’s low birthrate and predictions of rapid population decline are partly blamed on the lack of time couples have to start families. More employees are falling ill from stress, or worse, succumbing tokaroshi, death through overwork.

Desmistificando algumas questões sobre a educação japonesa

[Coreia]

Trabalhadores norte-coreanos no exterior

Dezenas de milhares de norte-coreanos labutam durante longas jornadas, com pouca ou nenhuma remuneração, em fábricas da China e em áreas de extração de madeira da Rússia, ou então cavando túneis militares em Myanmar, construindo monumentos para ditadores africanos, suando em canteiros de obras do Oriente Médio ou a bordo de barcos pesqueiros na costa de Fiji, segundo ex-trabalhadores e pesquisadores de direitos humanos.

 

 

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