Leituras

3ª semana de fevereiro – 新年快乐!

[China]

Viagem para comemorar o ano novo

São algumas das cenas diárias do maior êxodo anual do mundo: a volta dos trabalhadores chineses a seus lares para comemorar a chegada do Ano Novo lunar no dia 19. Durante essas festividades haverá um total de 2,8 bilhões de deslocamentos, 3,4% a mais do que no ano passado, segundo o Ministério dos Transportes

Desaceleração econômica

No fim de janeiro, Xangai foi a primeira megacidade chinesa a anunciar que não terá meta de crescimento do PIB para 2015, fortalecendo a tendência. Segundo o prefeito da cidade, Yang Xiong, a meta passa a ser “o aumento da qualidade e da eficiência”.

Criação de extensas redes de transporte

Todos formam parte do ambicioso conceito que Pequim transformou em uma das grandes prioridades de sua política exterior: a criação de extensas redes de transporte, conexões e infraestrutura que partam da China e, por via terrestre e marítima, cheguem à Europa. O Governo chinês batizou a iniciativa de Novas Rotas da Seda e pretende completá-la até 2025. O projeto prevê investimentos de 40 bilhões de dólares (113 bilhões de reais). E também inclui acordos de construção e empréstimos na Ásia Central em torno de 54 bilhões de dólares (153 bilhões de reais).

Meganavios da Vale do Rio Doce

Dificuldades de negócios brasileiros

Empresas brasileiras em ação na segunda maior economia do mundo não chegam a 80, apesar de parceria

Vencer as barreiras de idioma e cultura, entender o ambiente de negócios, navegar pelo intrincado sistema regulatório, tudo isso exige tempo e uma sucessão diária de batalhas para sobreviver num mercado ultracompetitivo

[Japão]

Matéria interessante do Japan Times sobre chineses vivendo no Japão

When she first arrived, Zhou didn’t speak a word of Japanese. She didn’t think this would be a problem because her courses were to be taught in English, a language in which she was fluent. She soon learned, however, that all of her courses were taught in Japanese — despite the school branding itself as an “international university.” Putting in a lot of hard work, Zhou became fluent within six months and pursued a master’s degree in sociology and a doctorate in economics at the University of Osaka

Sobrevivência de pequenas cidades

Diante do perigo de, literalmente, sumir do mapa por causa da queda da população japonesa, dezenas de municípios passaram a investir em produtos locais na tentativa de revitalizar a economia.

Segundo um relatório divulgado em 2014 por uma subcomissão do Conselho de Política do Japão, quase metade dos municípios de todo o país poderão ter dificuldades para continuar operando normalmente até 2040 por causa da falta de nascimentos de crianças e do rápido envelhecimento da população

Baixo crescimento

A economia do Japão saiu da recessão no último trimestre de 2014, mas o crescimento ficou mais fraco do que o esperado, com os gastos das famílias e das empresas desapontando, o que ressalta os desafios que o primeiro-ministro Shinzo Abe enfrenta para reverter décadas de estagnação.

Estratégias militares

According to the Institute of International Strategic Studies, China’s share of regional military expenditure rose from 28 percent in 2010 to 38 percent in 2014 totaling $129.4 billion.  In contrast, in Japan, despite fears of resurgent militarism under Shinzo Abe, regional share of expenditure fell from 20 percent in 2010 to less than 14 percent in 2014, leaving Tokyo’s defense budget at $47.7 billion

[Tailândia]

Proibição da barriga de aluguel

No ano passado, teve grande repercussão o caso de um menino com síndrome de Down, que teria sido abandonado na Tailândia por seus pais biológicos australianos.

Pattaramon Chanbua, de 21 anos, que deu à luz o menino – conhecido como bebê Gammy – diz que o casal só quis levar para casa sua irmã gêmea, que não tinha Down.

O bebê ficou aos cuidados de Chanbua, mas recebeu cidadania australiana, para ter acesso a cuidados médicos no país – ele também sofre de uma malformação cardíaca congênita.

O segundo caso que causou polêmica foi o de um japonês que teria pago para ter mais de dez bebês na Tailândia – no que ficou conhecido como o “caso da fábrica de bebês”.

Nos últimos anos, o crescimento da indústria da barriga de aluguel tailandesa fez o país ficar conhecido como o “útero da Ásia”

 

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