Leituras

2ª semana de novembro

[China]

APEC – A reportagem do El País mostra como Japão e China tentam melhorar as relações bilaterais no Fórum de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (APEC).

Deflação – Curioso o caso relatado pela The Economist.

Mudança climática

Problemas na diplomacia americana

Malária – Controverso experimento médico na África e a presença chinesa na região

Reeducação

Guo Guanchang

Comédia – A Bloomberg explica as influências dos comediantes chineses e questões como a censura.

Brasil, chinês de menos – Marcos Troyjo faz um contraponto da entrevista de Jim O’Neill sobre a semelhança entre Brasil e China no âmbito econômico.

Crescer é competir – Henrique Meirelles comenta as relações econômicas entre China e EUA, e como que o Brasil pode mudar a sua economia.

Mas a hora do ajuste chegou. Os EUA sofreram crise de crédito, com redução do endividamento e aumento da poupança doméstica. Isso forçou adaptação chinesa. Pequim ganhou tempo com políticas agressivas de investimentos em infraestrutura e, esgotado o ciclo, entra gradualmente em terceira fase, de aumento do consumo doméstico e salários, o que geras custos. Mas a China tem hoje maturidade econômica para investir pesadamente em alta tecnologia, produtividade e educação, entrando até em mercados cativos dos americanos.

Culinária de Yunnan

[Japão]

Tentativa de criar inflação – Fernando Dantas explica a deflação e estagnação da economia japonesa e como que o país tenta resolver este problema.

Pobreza – Reportagem da BBC sobre o aumento no número de pobres

Para Aya Abe, diretora do departamento de pesquisas empíricas do Instituto Nacional de Pesquisa da População e da Seguridade Social, a taxa de pobreza provavelmente subirá ainda por algum tempo. “A pobreza não é apenas um problema econômico, mas também estrutural. Digo isso porque a taxa aumenta continuamente desde a década de 1980, mesmo durante os anos de prosperidade econômica”, disse a pesquisadora à BBC Brasil. O índice do Japão tem aumentado constantemente e hoje está bem acima da média da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em ranking publicado em meados dos anos 2000, o Japão já estava, com 15%, em quarto lugar na lista dos países-membros com maiores taxas de pobreza, ficando atrás de México (18,5%), Turquia (17,5%) e Estados Unidos (17%). A taxa mais baixa foi registrada na Dinamarca (5%).

[Coreia]

Cultura do videogame – Matéria traduzida do New York Times  sobre a influência dos jogos competitivos na cultura local.

Sakhalin – História da migração coreana para a região.

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