Japão e novos negócios

Lendo o livro do Silvio Meira sobre empreendedorismo (Novos Negócios Inovadores de Crescimento Empreendedor no Brasil) encontro uma passagem sobre a criação de um polo tecnológico no Japão:

O problema é que vez por outra a máquina estatal de incentivo à inovação [criar um negócio é, em si, um ato inovador…] e seus pilotos passam a achar que um certo nível de criacionismo vai resultar em clusters ou sistemas locais de inovação sustentáveis, o que nunca acontece na prática, mesmo quando se tem a qualidade da máquina pública e a quantidade de investimento do Japão, como mostra o fracasso dos arranjos estatais de inovação por lá e como vai, provavelmente, fracassar o polo de tecnologia de Okinawa. A razão primeira é simples: mesmo com universidades de primeira linha, com excelentes grupos de tecnologia, não há – e não se consegue impor, de uma hora pra outra – um ESPÍRITO EMPREENDEDOR nos clusters japoneses.

Link sobre o polo de tecnologia em Okinawa

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