Coreia

Censura a artista na Coreia do Sul

Reportagem do New York Times

Quando 250 estudantes sul-coreanos morreram no naufrágio do navio Sewol, em abril deste ano, o artista Hong Sung-dam criticou a elite política e empresarial que considera ser responsável pelo desastre, expressando seu protesto em arte.

Mas sua tela de 10 m x 2 m, que inclui uma caricatura da presidente Park Geun-hye, foi retirada do mais conhecido festival internacional de arte da Coreia do Sul, numa espécie de censura normalmente reservada aos acusados de dar apoio à Coreia do Norte.

Mais uma visita à Coréia do Norte

O país mais isolado do mundo, dizimado por uma fome brutal na década de noventa, registrou algum crescimento econômico (1,3% ao ano, de acordo com estimativas do Banco da Coreia do Sul) palpável à primeira vista nas ruas principais da capital. Pelas semi-vazias avenidas de seis pistas circulam mais carros do que antes (incluindo alguns Mercedes ou BMW), há táxis reluzentes, restaurantes, veem-se smartphones (de fabricação local, sem conexão com o exterior ou a internet)…

 

 

 

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